
Will give you three reasons to go and watch it. Tomorrow and friday.
Get a pan, pour a thin layer of olive oil, slice an onion in tiny pieces, peal and crash a garlic if you like, and let all fry for a couple of minutes. You made yourself an estrujido which can be the basis of virtually everything that you might want to cook next.

Sometimes life is like that. A calm limbo where the past no longer exists, where the present is led by a sweet expectation of a near future, aware of a much longer and challenging one waiting in the docks upon arrival. Lately, I’ve been thinking a lot about the way we deal with time. Someone asked me if I was given the chance to have a super power, what would it be. I want to be wherever I want by just clicking my fingers. That’s space and time. And wishes. Or control?


E-mails, um abaixo-assinado e um comunicado da câmara do Porto despertaram curiosidade para o tema. Eis que uma fatia da sociedade se manifesta contra a concessão de exploração do Rivoli a entidades privadas. Alguns, sempre atentos, alertaram para a importância de ouvir o outro lado da questão. E o outro lado diz que o valor no último mandato anterior para a gestão do Rivoli foi de cerca de 11 milhões. Segue-se a comparação com outras áreas consideradas prioritárias para o actual executivo: apenas metade deste valor para a reabilitação das escolas básicas (5,5 milhões de euros), um pouco mais do que isso foi dedicado à acção social, que inclui o projecto Porto Feliz entre muitos outros (7,3 milhões de euros), o Gabinete do Desporto recebeu cerca de 6,7 milhões de euros e o total das Juntas de Freguesias recebeu cerca de 13 milhões de euros, tanto como o Rivoli e o Teatro do Campo Alegre juntos. Estou com duas dúvidas.
1) Por favor algum economista esclareça – 11 milhões para o Rivoli mas que representaram apenas 2.5 milhões de custos líquidos para a autarquia? De qualquer forma, há que explicar radicalismos. Passar de 11 milhões para 0 (ou mesmo para algum lucro, a câmara exige 5% da bilheteira). Gostava de ver uma descrição detalhada do orçamento estimado por áreas prioritárias para o actual mandato, tal como o apresentado para o mandato anterior. Para onde irão esses tais 11 milhões, se os houver? E falando no Porto Feliz, vale a pena relembrar a recente polémica no parlamento relacionada com auditoria financeira do projecto e com os seus resultados.
2) A câmara pretende entregar a exploração do Rivoli a uma companhia de teatro. Engano-me ou as companhias de teatro em Portugal enfrentam problemas financeiros suficientes e mais do que subtilmente exploradas deveriam ser claramente apoiadas? Só mais uma coisa: os 300 dias de espectáculos por ano que a câmara pretende exigir à tal companhia, estarão eles vinculados a condições semelhantes às dos subsídios?
disseram-lhe que era tempo de dar
domingo às mãos. grafou no punho
o último anzol,
encolheu-se entre as algas estendidas,
mapas enxutos de sal,
o seu corpo rolava com os seixos
nada divide os filhos da água.
Renata Correia Botelho
um dos poemas da autora publicados no n.º 2 da revista literária TELHADOS DE VIDRO, à venda em boas livrarias e na Fnac.


O presidente da Direcção